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QR CODES PARA AGÊNCIAS

QR codes para projetos de cliente, separados de propósito

Tocar QR codes em nome de outra pessoa falha de um jeito previsível: uma conta com os códigos de todo mundo, uma planilha registrando de quem é cada um, e um código impresso cujo destino ninguém mais ousa tocar. A separação precisa ser estrutural — por cliente, por projeto, por pessoa — e a maior parte disso precisa ser decidida antes de qualquer coisa chegar a uma gráfica.

VISÃO RÁPIDA

O que isso muda na prática

01

Um espaço por cliente, pastas por projeto

Um espaço de trabalho é a unidade de separação: tem os próprios membros, códigos, pastas, tags, materiais, modelos, configurações de análise e domínio próprio, e você troca entre eles pelo seletor na barra lateral. Um cliente não consegue ver um espaço do qual não faz parte, e isso é uma propriedade da estrutura, não da memória de alguém.

Dentro de um espaço, um código fica em exatamente uma pasta e carrega quantas tags você quiser. Pastas combinam com lugares e objetos — uma unidade, uma linha de produto, uma onda de campanha — e se aninham tão fundo quanto o trabalho exigir. Tags combinam com o que atravessa as pastas, o que costuma ser a própria campanha.

  • Um espaço por cliente, trocado pela barra lateral
  • Pastas para lugares e objetos; um código fica em uma por vez
  • Tags para campanhas que cruzam pastas; um código pode ter várias
  • Materiais, adesivos e modelos pertencem ao espaço, não a você

02

Dê a cada pessoa exatamente o acesso que a relação pede

Os papéis são concedidos por espaço e valem para cada código dentro dele: administrador, editor, analista e visualizador, ao lado do proprietário. As configurações mostram a matriz sem rodeios — quem pode criar e editar códigos, ver análises, gerenciar pastas e tags, convidar membros, exportar dados e excluir o espaço.

Na prática isso significa que um contato do cliente pode ser analista e ler cada número sem tocar na arte, e que uma pessoa interessada pode ser visualizadora, ver o trabalho e não mudar nada. A exportação de dados pode ser restrita só ao proprietário, e o espaço pode exigir autenticação em dois fatores de todos que estiverem nele.

03

Mostre o trabalho antes de ele chegar à gráfica

Um link de revisão coloca um código diante de alguém sem conta nenhuma: permissão de leitura, senha opcional, data de validade e revogável no momento em que a revisão termina. É a alternativa honesta a mandar por e-mail uma captura que deixa de corresponder ao código uma hora depois.

Dentro do espaço, os comentários vivem no próprio código, e uma aprovação é enviada contra uma revisão específica com uma nota e decidida por quem pode. Isso transforma «qual versão eles aprovaram» de uma briga sobre uma sequência de e-mails num registro com data.

04

Não reconstrua nada no início de cada campanha

Os modelos são guardados como a cena editável e não como uma imagem achatada, então o layout de um cliente continua ajustável um ano depois em vez de ser um desenho que alguém precisa refazer. A biblioteca de materiais e os adesivos guardam os logos e as marcas no espaço a que pertencem.

Cada código mantém suas revisões, então uma mudança feita com pressa pode ser lida de volta: o que era, no que virou e quem mexeu.

05

Volume, e como tirar os números de volta

Uma tiragem de centenas pertence a uma tarefa CSV ou à API pública com uma chave de escopo limitado, não a uma tarde de cliques. Webhooks empurram eventos para aquilo de onde a agência já reporta, e os dados de escaneamento são exportados em CSV por código.

Uma regra decide se esse relatório vale alguma coisa: a análise separa o que você separou. Dê a cada ponto de impressão, cada versão e cada cidade o próprio código, ou o relatório do cliente desaba num número único que não responde a nenhuma pergunta que ele vai fazer.

06

Resolva antes da impressão de quem é a conta dona do redirecionamento

Um código dinâmico resolve pelo espaço que o possui. Se o cliente sair e o espaço ficar com você, o material impresso dele passa a depender da sua conta; e se o espaço for com ele, o seu relatório acaba no dia em que a relação acaba. Nenhuma das duas está errada; não ter clareza sobre qual você escolheu, está.

Duas coisas diminuem o risco. Um domínio próprio verificado significa que o endereço impresso é do cliente, então os códigos podem sobreviver a qualquer ferramenta. E conhecer as condições de saída de antemão importa: um espaço marcado para exclusão entrega nos seus links ativos uma página de indisponibilidade controlada em vez de deixar os escaneamentos caírem no vazio — uma consequência que se planeja em vez de descobrir.

FAQ

Perguntas frequentes

Consigo impedir que um cliente veja os códigos de outro?

Sim. Coloque cada cliente no próprio espaço de trabalho. Membros, códigos, materiais, análises e configurações pertencem a um espaço, e ninguém vê um espaço para o qual não foi convidado.

Um cliente pode ver as análises sem conseguir editar nada?

Sim. O papel de analista lê os relatórios sem editar códigos; um visualizador pode ver o espaço sem nenhum dos dois. Os papéis são concedidos por espaço e listados nas configurações com o que cada um permite.

Dá para aprovar um código antes de ele ir para a gráfica?

Sim. Envie a revisão para aprovação e deixe que seja decidida com uma nota, ou mande um link de revisão — somente leitura, com senha se quiser, e com validade — para alguém que não tem conta.

Posso reaproveitar a configuração de marca de um cliente entre campanhas?

Sim. Salve o layout como modelo no espaço desse cliente. Modelos guardam a cena editável em vez de uma imagem renderizada, então continuam ajustáveis e versionáveis muito depois da primeira campanha.

De quem deve ser a conta dona de um código de cliente impresso?

De quem ainda vai responder por aquele destino daqui a três anos. Combinem isso antes da tiragem e considerem um domínio próprio verificado, para que o endereço impresso pertença ao cliente e não a uma ferramenta específica.

PRÓXIMO PASSO

ANTES DA PRÓXIMA TIRAGEM DE CLIENTE

Um espaço por cliente, um código por aplicação

Papéis, aprovações, modelos, domínios próprios e a API pública, tudo no plano gratuito.

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